Viver em rede no século XXI: os limites entre o público e o privado
A internet tem se tornado um dos meios de comunicação mais utilizados nos século XXI. Ela proporciona às pessoas a capacidade de comunicação a distância, a troca de informações e exposição de suas ideias ao mundo. Porém, alguns fatores têm provocado um verdadeiro distúrbio em meio às vantagens proporcionadas pela rede. Dentre eles está a exposição da vida dos usuários das redes sociais, a invasão da privacidade de pessoas através dos blogs, e além de todos esses fatores, a ousadia da revolução sexual e comportamental promovida pela internet que tem dado fim à privacidade dos relacinamentos amorosos.
As redes sociais sempre foram uma boa forma de socializar um indivíduo. Porém, infelizmente, é também a partir delas que informações pessoais são expostas ao mundo munderno. Dados como, número do celular, e-mail e até endereços residenciais são ás vezes requisitos para o cadastro de uma pessoa em uma rede social. Ás vezes, involuntariamente, as pessoas se expoem, sem nem mesmo saber que isso siginifica uma invasão a sua privacidade.
Além das redes sociais, os blogs também são ferramentas de comunicação. Alguns porém, visam perseguir pessoas com brincadeiras maldosas expostas a todo o mundo. Todos os dias milhares de internautas, a maioria jovens, são vítimas de humilhação na rede. Com a reputação afetada, na maioria das vezes, essas pessoas se isolam, e dependendo do grau de humilhação podem até provocar a própria morte.
Como o grande sucesso do momento, um aplicativo do Facebook chamado "Bang with Friends", tem revolucoinado os encontros amorosos e casuais. O aplicativo visa acabar com as barreiras da timidez em um única frase: "quer transar comigo?". Reconhecido pela maioria dos internautas como um aplicativo genial, essa nova estratégia de unir pessoas através da rede, representa uma ameaça às crianças conectadas a internet, que muitas vezes apresentam informações pessoais e sem mesmo saber, colocam a si mesmas em risco.
A internet tem que estabelecer um limite entre o público e o privado. A fiscalização contra certas redes sociais, sites e blogs deve ser mais rigorosa, já que muitos já deveriam ter sido deletados por respresentarem um verdadeiro abuso a privacidade das pessoas. Do contrário, o número de vítimas da rede só aumentará consideravelmente.